14/03/2009
03/10/2008
Orquestra toca 5ª Sinfonia de Beethoven no Metro do Porto
Aqui está o artigo completo. O Porto precisa de mais destas iniciativas.
31/03/2008
Into the Wild - Society e Guaranteed
Não podia deixar de fazer menção aqui no blog. Aqui ficam duas músicas excelentes de um filme excelente. Eddie Vedder no seu melhor nesta banda sonora de Into the Wild. Todo o CD vale a pena.
27/01/2008
Das erste Wiener Gemüseorchester ou simplesmente The Vegetable Orchestra
10/01/2008
Video Clip: Mika - Relax Take it Easy
25/10/2007
07/09/2007
06/08/2007
Thinking about you - Elisete com nova música
Foi com muito agrado que recebi mais um novo trabalho da Elisete. Nos trabalhos anteriores em Gaagua e em Luar e Cafe seduziu-me a mistura cultural subjacente à música. A possibilidade de encontrar um lugar musical novo algures entre Israel e a Bahia. Aos poucos, os resultados dessa mistura vão tomando forma embora creia que há ainda um universo imenso a explorar por Elisete e será extremamente interessante seguir a sua evolução ao longo de toda a carreira. Julgo que tem realmente em mãos, possibilidades imensas. Neste novo "Thinking about you", Elisete dá um pequeno salto em direcção a um som de Verão, harmonioso e eclético e que me transporta para o universo musical, por exemplo, de uns Lighthouse Family. Elisete e Lighthouse Family seria um projecto interessante, por sinal. "Thinking about you" representa uma oportunidade de ver a evolução musical de Elisete num som de Verão que se ouve bem em qualquer lugar e mistura os seguintes ingredientes: simples e bom arranjo musical, letra em inglês e claro, e a voz de Elisete, o condimento mais relevante.Mais sobre Elisete em:
http://actualidadedigital.blogspot.com/2007/02/elisete-um-novo-mundo-de-intercepo.html
www.elisete.com
29/07/2007
Longplay - Lulu Santos - Deixa isso pra lá
19/06/2007
Maroon 5 - Makes me wonder - Boa onda!
24/05/2007
Kuduro, o funk carioca português...(português?)
Começando pelo fim, de facto o kuduro é uma música que não é portuguesa e o mérito deve ser dado a quem o merece, ou seja, os Angolanos. O kuduro é Angolano, é africano, de onde aliás vêm as verdadeiras grandes sementes que deram origem aos grandes géneros musicais mais populares hoje em todo o mundo, do samba e do axé do brasil ao jazz e aos blues universais, passando por outros géneros menos populares como o kuduro. Não chamaria ao Kuduro "música de imgrantes" porque este termo ainda é, geralmente, usado com disparatada conotação negativa em Portugal mas trata-se, com efeito, de música que veio de Angola e que começa a ganhar popularidade em Portugal, o que não é surpresa. Para além da comunidade africana que reside em Portugal, uma grande parte dos portugueses sempre simpatizaram com os ritmos africanos, principalmente aqueles que tiveram vivência em Angola, Moçambique ou outros destinos africanos.
15/04/2007
Sons de África. Ali Farka Toure, "O DNA dos Blues".
15/02/2007
Elisete: Um novo mundo de intercepção musical entre Israel e Brasil
Fiquei muito contente por ser contactado pela Elisete para escrever um artigo sobre a sua música porque adoro o ritmo doce, dançante e alegre da música brasileira e porque a Elisete se propõe fazer algo de realmente inovador, um cruzamento cultural entre Brasil e Israel. Foi com este pensamento que fui experimentando, avidamente, os três CDs que, gentilmente, a Elisete me enviou pelo correio desde Israel. Às vezes a ideia que temos de algo na nossa cabeça difere muito da realidade efectiva das coisas mas este não foi o caso. Aliás, quando o CD Luar e Café começou a tocar, foi como se as minhas ideias prévias se materializassem em realidade ou, mais concretamente, em som. Uma voz feminina suave profere a palavra mágica “Capoeira” e não há mais o que enganar, estamos na terra do berimbau, em Salvador da Bahia, nas raízes de Elisete. Depois, algo que não estamos habituados acontece: a mesma voz baiana que nos fala de capoeira começa a cantar um conjunto de sons em hebraico que nos colocam num lugar novo, por explorar, um lugar onde Israel e Brasil se misturam e se interceptam; é o mundo de Elisete e o mundo que ela nos quer levar a conhecer. Neste universo, o mistério do oriente surge-nos transfigurado pelo ritmo brasileiro. Palavras como Israel, Jerusalem, Palestina, Hebreu, Faixa de Gaza, Judeísmo, Judeus e outras deambulam na mente lado a lado com Brasil, alegria, pandeiro, capoeira, berimbau, Salvador, calor. Embarcamos na viagem e não nos sentimos mais confusos mas antes num lugar confortável e prazeroso.
Para quem não entende hebraico (como é o meu caso) começa a surgir uma pergunta que não quer calar: como será que os israelitas acolhem este ousado projecto, esta ousada música, intromissão do ritmo e da alegria brasileira no mundo da língua hebraica, símbolo da cultura judaica? A resposta a esta questão está na forma acolhedora como a crítica israelita e internacional se refere à música de Elisete. Naturalmente, o povo de Israel como muitos outros povos (talvez mais Israel até do que muitos outros) precisam de alegria num mundo onde, cada vez mais, a tragédia se difunde incansavelmente através dos meios de comunicação ou exposições de fotografia jornalística por esse mundo fora (basta olhar para o lote de fotografias premiadas no World Press Photo, por exemplo). Nesse âmbito, talvez o maior valor que o povo brasileiro tem para exportar é, precisamente, a sua capacidade de alegrar a vida dos outros povos, reduzindo os dolorosos efeitos das tragédias com que o mundo é bombardeado. A alegria e o calor (incluindo, bem-entendido, o calor humano) não são marcas registadas do Brasil em nenhuma Instituição do Mundo mas nem precisam de ser. É com estes bens preciosos e muitas vezes desvalorizados que Elisete ilumina o povo de Israel servindo-se do seu conhecimento da linguagem hebraica e portuguesa e, simultâneamente, do ritmo da sua música e da sua bela voz em músicas de títulos tão sugestivos como Shalom Dikaon (em português, Adeus Depressão) do seu segundo álbum Gaagua (Saudade). Os israelitas disfrutam assim de uma viagem de qualidade, em hebraico e português de doce sotaque brasileiro, através da bossa nova, do soul brasileiro, do samba, da capoeira e até forró. No album Elisete – Remixes, álbum de colaboração com DJs israelitas, fica também bem patente a forma como várias músicas de Elisete se colam bem a ritmos mais electrónicos e mais ousados para consumo nocturno em discoteca.
Parabéns Elisete, por transmitir a essa região, da qual tanto ouvimos falar de tragédias, guerras e rancores, algumas sensações mágicas e preciosas como, por exemplo, o “samba do sofrer” que incita a saber sofrer à brasileiro, ou seja, sambando pela vida!
18/01/2007
"Gig in the Sky" - Jamiroquai vai tocar a 35 mil pés de altura na Alemanha
Aqui fica um vídeo demonstrativo do poder do ritmo e do acid jazz de Jamiroquai em "don't give hate a chance" ao vivo.